quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
A data da reunião mudou!!!
A data da reunião do Coletivo Universitário Estadual da UJS mudou.
Agora ela será no dia 30 de janeiro! Sábado!!
Às 9hs!
Não esqueçam!
Contamos com a presença de tod@s.
Abraços,
Marina Cruz
Coordenadora do Coletivo Universitário da UJS-SP
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Reunião Coletivo Universitário dia 30/01/2010!!!

Galera do Coletivo Universitário Helenira Rezende!!!
Espero que todos tenham passado por um ótimo período de festas e, pra começar 2010 bombando, já que este ano temos Congresso da UJS, CONEG da UNE, CEE da UEE, terminando com as eleições presidenciais, a UJS-SP convoca tod@s a uma reunião do nosso coletivo já nesse mês de janeiro.
Pra ficarmos mais concentrados e alinhados, o coletivo secundarista estadual também se reunirá conosco esse dia!
Ainda estamos fechando os detalhes, mas a idéia é que seja assim:
DATA: 30 de janeiro de 2010 (SÁBADO!!!);
HORÁRIO: 9hs;
LOCAL: Sindicato dos Engenheiros do Estado de SP
(Rua Genebra, 25 - República, São Paulo/SP)
PROGRAMAÇÃO:
Manhã: Atualização da Conjuntura política nacional e estadual
Debate a respeito do Congresso da UJS
Lanche
Tarde: Reunião dos coletivos universitário e secundarista com apresentação do plano de gestão da UEE e UPES.
E, pra fechar nosso encontro, um grande churrasco de confraternização!
As lideranças das universidades em que mantivemos contato durante o ano passado devem também ser convidadas a participar, para que a gente apresente a UJS de maneira bem descontraída e politizada.
Não podemos perder essa oportunidade de reunir toda a militância aguerrida da UJS-SP!
AVISO IMPORTANTE: Desde já informamos que os custos com transporte deverão ser viabilizados nas cidades, portanto, devemos nos concentrar para poder trazer o maior número de pessoas possível!
Caso haja alguma impossibilidade ou dúvida, por favor me procurem no email:
marina.ujs@hotmail.com OU no tel: (19) 9384-6271.
Esprero ver todo mundo lá!
Abraços e saudações socialistas!
Marina Cruz
Coordenadora do Coletivo Universitário Estadual da UJS-SP.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010


terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Benjamin: dupla violência à dignidade combatente
No entanto algumas considerações ainda merecem ser feitas. As acusações das suposições das vagueações de Benjamin são uma dupla violência à dignidade dos presos políticos no Dops à época.
Violenta primeiramente por atacar a pessoa do presidente da República (às vésperas das eleições de 2010) sem nenhuma prova, quando que diariamente a população brasileira o vê sendo desmentido na imprensa.
Duplamente violenta pois, além de fazer esse ataque supostamente sem intenções, fere a história de todos os que combatiam contra o regime militar, também se colocando na contra-mão do processo atual de reconhecimento histórico que essas personalidades têm na formação do Brasil e na construção da sua democracia.
A Folha de São Paulo, que deveria ser grata à esses, pela conquista da liberdade de expressão, utiliza-se dessa histórica luta para fazer jornalismo barato, denuncista e ainda ataca de isenta de opinião ao afirmar que só publicou o artigo por acreditar que seria de interesse nacional. Que papelão!
Quanto mais se aproxima a disputa eleitoral de 2010, mais percebemos o desespero da direita brasileira, que, não podendo se sustentar em nenhuma crítica consistente ao atual governo (pois não há como ir contra à política educacional, habitacional e econômica de Lula sem ganhar o imenso repúdio da sociedade brasileira) se vale de argumentos infundados em ataque ao caráter da personalidade Lula.
O que não é compreendido ainda é que a figura de ‘filho do Brasil’ já se consolidou como a expressão das milhares de histórias do povo brasileiro, que se reconhece e compadece da figura do seu presidente. O filme em sua homenagem vem somente dar voz e imagens ao que a população já sente e acolhe como um dos seus.
Nenhuma manchete de jornal conseguirá mudar, principalmente da noite pro dia, o que já está subjetivado no inconsciente da brasilidade. Muito menos os jornais que tentam se vender como imparciais para distorcer a nossa história de lutas.
Marina Cruz
Diretora da UEE-SP
Eleições para reitor da USP: o desrespeito ao antidemocrático
E o melhor, ou pior, é que o candidato escolhido foi protagonista de um dos mais nefastos incidentes recentes ocorridos no campus de Direito – a entrada da tropa de choque na USP, em contrapartida à greve ali instaurada, ação não mais praticada desde o regime militar.
Sendo assim, o Sr. João Grandino Rodas, novo reitor da USP, torna-se a personagem que representa um processo eleitoral antidemocrático, o desrespeito mesmo à esse processo insuficiente e o conservadorismo repressivo dos movimentos sociais, força maior do papel do governo tucano no Estado.
Antidemocrático, pois não engloba a totalidade dos interessados na escolha do novo reitor, deixando de fora conjuntos maiores que constituem a vida diária da universidade, os estudantes e funcionários. Por ser uma universidade pública estadual, compreende-se que a sociedade paulista é quem deva decidir pelo novo comandante do ensino, o que leva essa decisão ao governador do Estado.
Serra teve três opções de escolha, a famosa lista tríplice. Julgava-se caber ao governador respeitar a decisão da maioria dos participantes no processo eleitoral, uma vez que esses vivem cotidianamente a realidade da academia e levando em conta os prós e contras dos candidatos, fazem a melhor opção. No entanto, mais uma vez, de forma a desrespeitar um processo que não representaria por si só a vontade da maioria dos uspianos, o governador escolheu o segundo colocado na votação.
Observando esses fatores, em consonância com a greve recente, é mais do que natural que o novo reitor seja a expressão da revolta de toda comunidade acadêmica. Porém, devemos nos atentar para que, por mais que Rodas seja a expressão dessa revolta, nossa atenção seja a mudança do estatuto da USP, que permite que, nos próximos três anos, os professores, funcionários e estudantes sejam regidos por uma personalidade que não os representa e, muito pelo contrário, representa a política neoliberal do governo do Estado em não ouvir a própria voz da USP!
Nesse contexto se deram as eleições ao Diretório Central dos Estudantes Livre da USP, muito representativo, trazendo a participação de mais de 9.000 votantes. A União Estadual dos Estudantes de São Paulo faz coro com essa força que o movimento estudantil representa, em condições tão indignas para a universidade. Os estudantes, mais uma vez, serão protagonistas na luta por mais democracia nos campi da USP, por mais qualidade na educação pública paulista, por melhores salários aos professores e funcionários, enfim, pela democratização do ensino de qualidade a que todos os cidadãos e cidadãs paulistas têm direito!
Marina Cruz – Diretora da UEE-SP